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terça-feira, 25 de março de 2014

SECA NO NORDESTE.

Relatório confirma que Nordeste teve pior seca dos últimos 50 anos

20130122055001_cv_seca_gdeO Nordeste do Brasil viveu em 2013 a pior seca dos últimos 50 anos, segundo o relatório Declaração sobre o Estado do Clima, divulgado nesta segunda-feira, 24 de março, pela Organização Meteorológica Mundial (WMO, na sigla em inglês). O relatório traz detalhes sobre chuvas, inundações, secas, ciclones tropicais, as camadas polares e o nível do mar em cada região do planeta.

No Brasil o calor provocou seca no Nordeste, ao mesmo tempo em que muitos estados sofreram com chuvas fortes no final do ano. O relatório aponta, por exemplo, o Município de Aimorés (MG), com precipitação média quatro vezes maior do que a normalmente registrada no Sudeste do Brasil para o mês de dezembro.
Fonte: Robson Pires

segunda-feira, 10 de março de 2014

CONSEQUENCIA DA ESTIAGEM DO INVERNO.

Armando Ribeiro perde mais de 1 bilhão de litros d’água por dia
Barragem Armando Ribeiro é responsável pelo abastecimento de 34 municípios potiguares
As chuvas que caíram mês passado no interior do Rio Grande do Norte encheram alguns açudes, levaram alívio à população de alguns municípios em estado de emergência, mas não foram suficientes para melhorar os níveis nos principais reservatórios do Estado. A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu, continua secando e, atualmente, está com pouco mais de 32% de sua capacidade total. É o percentual mais baixo da história. Por dia, a barragem está secando 1,07 bilhão de litros d’água para abastecer 34 cidades.

Concomitantemente, o Governo do Estado ainda não definiu o planejamento para distribuição e uso racional da água nos 161 municípios que sofrem com os efeitos da estiagem há mais de dois anos. Sabe-se apenas que o problema será discutido município por município. Na próxima segunda-feira, técnicos da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) vão participar de mais uma reunião para tratar sobre o assunto. Na última semana de fevereiro, o grupo se encontrou por duas vezes.

Enquanto há letargia na efetivação dos projetos que tentam amenizar os efeitos da seca, os reservatórios do Estado minguam a cada dia que passa. O principal reservatório potiguar – barragem Armando Ribeiro Gonçalves – está com 32,26% da sua capacidade. A medição foi realizada ontem e mostra que o nível baixa a passos largos. Há menos de dois meses, o local estava com 34,81% da sua capacidade. No dia 9 de janeiro, os dados apontavam a existência de 835.400 milhões m³ de água. Cinquenta e sete dias depois, esse número baixou para 774.296 milhões m³ de água. Ou seja, nesse intervalo, a perda foi de 61.104 milhões m³ de água que corresponde a 1,07 bilhão de litros d’água por dia.
Do Tribuna do Norte

PROGRAMA GARANTIA SAFRA.

TRIBUNAL DE CONTAS IDENTIFICA IRREGULARIDADES NO PROGRAMA GARANTIA SAFRA

 domingo, 9 de março de 2014

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o Garantia-Safra, uma espécie de bolsa paga pelo governo quando há problemas climáticos que impedem a colheita, apontou que políticos e até donos de carros de luxo receberam essa verba em 2013. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
Para receber o benefício, o agricultor tem que ter renda familiar de até 1,5 salário mínimo, além de preencher outros requisitos como, por exemplo, um tamanho máximo da propriedade.
Os técnicos do TCU cruzaram as listas de beneficiários do programa entre 2012 e 2013 com outras bases de dados do governo federal e encontraram cerca de 35 mil cadastros com irregularidades em 2012 e outros 31 mil em 2013. Segundo o TCU, em 2012, cerca de 7,1 mil pessoas que ganhavam mais de 1,5 salário receberam o benefício.
Outras 11,4 mil pessoas que tem algum vínculo com o poder público, entre eles um prefeito, um vice-prefeito e cinco vereadores, também receberam. Ao todo, foram entregues R$ 66 milhões para pessoas com cadastros irregulares.
O ministério do Desenvolvimento Agrário informou que União, Estados e municípios têm responsabilidades no programa e que "auditorias externas e os acompanhamentos internos são razão de aperfeiçoamento de procedimentos e melhora na gestão, com mais eficiência e transparência".
Fonte: Portal Terra via Jatão Vaqueiro

sábado, 14 de setembro de 2013

ALGUNS MUNICÍPIOS JÁ ENFRENTAM PROBLEMAS COM A FALTA DE ÁGUA.

Grave: sete municípios estão em colapso e 357 mil paraibanos enfrentam falta de água

Seca causa colapso em abastecimento de 7 cidades
Sete municípios da Paraíba já estão em colapso nos seus abastecimentos de água para consumo humano e outras 19 convivem com racionamento. Uma população estimada em quase 357 mil habitantes, nessas 25 cidades, enfrentam uma situação crítica no fornecimento de água tratada. De acordo com o levantamento da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), outros 15 municípios estão seriamente ameaçados devido ao baixo nível dos reservatórios.
Por conta da estiagem prolongada, na Paraíba ao todo são 26 localidades que enfrentam racionamento, sendo 19 cidades (Nova Palmeira, Barra de São Miguel, Areia, Umbuzeiro, Remígio, Esperança, Aroeiras, Gado Bravo, Belém, Caiçara, Logradouro, Alagoa Grande, Serraria, Arara, Casserengue, Solânea, Bananeiras, Cacimba de Dentro e Araruna) e sete distritos (São Miguel, Lagoa do Mato, Cepilho, Novo Pedro Velho, Rua Nova, Cachoeirinha e Braga).
Outras 12 localidades estão em colapso, sendo sete cidades (Triunfo, São João do Rio do Peixe, Imaculada, Riachão, Tacima, Dona Inês e Nazarezinho) e cinco distritos (Barreiros, Logradouro, Damião, Cozinha e Gravatá).
Devido ao baixo nível dos mananciais, se encontram em estado de alerta 15 cidades da Paraíba (Taperoá, Juru, Emas, Algodão de Jandaíra, Natuba, Montadas, Areial, Gurjão, Puxinanã, Jericó, Mato Grosso, Bom Sucesso, Brejo dos Santos, Lagoa e São José da Lagoa Tapada).

De acordo com dados da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), 19 reservatórios estão com situação extremamente crítica, com menos de 7% da capacidade total.
Dos municípios com açudes que apresentam entre 0 e 3% estão o de Emas, que suporta pouco mais de dois milhões de metros cúbicos, mas tem apenas 17,6 mil (0,9% do seu total); o açude Serrote, que abastece Monteiro, tem 16 mil metros cúbicos de água (0,3% do total de 5,7 milhões de metros cúbicos que ele comporta); e o de Ouro Velho tem 2,5 mil metros cúbicos de água (0,2%, de 1,7 milhão de sua capacidade). Esses municípios ficam localizados na região do Cariri paraibano.
No Sertão, o manancial de São Mamede tem 157 mil metros cúbicos, o que representa 1% dos 15,7 milhões de sua capacidade de acúmulo; Chupadouro I, em São José do Rio do Peixe, tem 36,9 mil metros cúbicos, 1,3% da capacidade total de 2,8 milhões.
Caraibeiras, que abastece Picuí (na região do Curimataú), assim como São José IV, de São José do Sabugi, e três açudes que abastecem Teixeira (todos no Sertão) estão completamente secos.
Com porcentagens que variam entre 3 e 7% estão os açudes de  Campos (no município de Caraúbas), tem 219 mil metros cúbicos, equivalente a 3,3% dos 6,6 milhões que comporta; Carneiro (em Jericó), que está com 960 mil metros cúbicos, 3,1% dos 31 milhões cabem no reservatório; Jatobá I (em Patos) com  2,6%, ou seja, 456 mil metros cúbicos dos 17,5 milhões suportado; e Taperoá II (em Taperoá) com 550 mil metros cúbicos, 3,6% dos 15,1 milhões totais.

Seca causa colapso em abastecimento de 7 cidades
Créditos: Reprodução/Facebook/Padre Djacy Brasileiro

Os reservatórios que abastecem os municípios de Algodão de Jandaíra, Areial, Carrapateira, Gurjão, Imaculada, São Francisco e São José da Lagoa Tapada estão com índices que vão de 6 a 7%  de suas respectivas capacidades. A população de cada um dos 25 municípios com fornecimento de água em situação crítica.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

COMBATE A SECA.

População cobra do Prefeito de Apodi execução de obras destinadas ao combate a seca na região da Pedra
Fonte: SOS Noticias do RN
“A atual gestão de Apodi está indo de mal a pior”, é o que disse alguns moradores da região da Pedra ao Portal SOS Notícias do RN em entrevista exclusiva.
A razão dessa abominação ao governo da cidade é a má administração e aplicação de recursos na região que mais sofreu com a seca, a região da Pedra, que une os sítios de Arção, Grossos, Cápua e Santa Cruz.
Segundos moradores do Sítio Grossos, o Prefeito Flaviano Monteiro na comemoração dos 100 dias de governo, anunciou a liberação de verba no valor de R$ 100 mil para o combate a seca na localidade. No entanto, até o momento nenhuma obra foi realizada.
Um dos representantes da região da Pedra, Zé dos Grossos, também falou com a nossa reportagem. Ele disse que uma das obras que deveria ter sido feita durante o período crítico (há 1 mês atrás) era a ampliação dos açudes da Pedra D’água e de Seu Idalino, pois os mesmos supre as necessidades dos pequenos produtores da localidade. “Agora depois das chuvas, fica inviável essa ação, pois os reservatórios estão cheios”, disse ele.
 Junto com o período chuvoso, veio à preocupação dos riachos que cortam as principais estradas da região. A solução seria a construção imediata de passagens molhadas, que facilitariam a locomoção dos moradores até a zona urbana.
 “Todas essas obras, se concluídas, seriam fundamental para amenizar os efeitos da seca nas quatros comunidades que compõe a região da pedra”, ressaltou Zé dos Grossos.
Na última sessão ordinária da Câmara Legislativa da cidade, o Vereador Filho Neto fez questão de trazer de volta esse assunto quando disse: “Quero indagar onde foram aplicados os R$ 100 mil reais destinados aos agricultores”.
A população apodiense quer saber onde e como foi aplicada essa verba, principalmente, os moradores da região beneficiada.
O Prefeito precisa segurar firmes as rédeas de sua gestão para não perder o controle da mesma.

OBS.: O Portal SOS Notícias do RN está disponível para qualquer retratação por parte da Prefeitura

Por: Josemário Alves - Da Redação/Apodi

quarta-feira, 17 de abril de 2013

A SECA ESTÁ NOS MATANDO.

“Pai, perdoai. Eles não sabem o que fazem” A Seca está nos matando.

Foto: Pedro Klayton

O nordeste Brasileiro está vivendo uma das piores secas dos últimos 50 anos, criadores sofridos com a árdua rotina da agricultura agora estão desesperados esperando apenas os poderes de Deus para salvares seus últimos animais.
Sem chuva e sempre previsão, tudo que resta é a esperança que o próximo ano seja bom, famílias que sobrevivem do leite de 5, 10 vacas já estão sofrendo com a falta de sua própria alimentação. Em alguns casos a luta não é mais salvar o que restou do seu rebanho, e sim salvar suas famílias.
No município de Afonso Bezerra 168Km de Natal uma média entre 40, 45% do rebanho bovinos já são hoje carcaças em beira de estradas.
Tudo que se precisa e de menos discursos e mais resultados concretos, cisternas para o homem do campo são medidas inadequadas e fantasiosas, cada família recebe uma média de 20 litros de água, insuficiente e o desrespeitoso com quem precisa.
O produtor rural do sertão está literalmente abandonado á sua própria sorte. A burocracia para concessão de crédito,
á falta de políticas públicas efetivas e sistematizadas que permitem a convivência produtiva com esse fenômeno, e uma extrema dependência dos programas assistencialistas que não estimulam o trabalho e provocam uma certa “letargia” nos trabalhadores, só tem aumentados os problemas.
É lamentável que em plena segunda década do século XXI, o Nordeste brasileiro continue assistindo de forma humilhante a devastação e à degradação imposta ao produtor rural.
Longe de vermos soluções concretas, cabe a cada um nordestino, alertar, gritar e exigir do governo federal, único que pode fazer alguma coisa, mais compromisso com o produtor rural.
Lembrando-os que os governos só escutam uma única voz, a voz dos movimentos, reproduzidas pela imprensa. É hora de juntar e não de espalhar, o momento é de caminhas com objetividade para superarmos uma das maiores secas já vista na história do Nordeste Brasileiro.

“Pai, perdoai. Eles não sabem o que fazem” A Seca está nos matando.
www.noticiasrn.com

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